O Ministério Público Eleitoral (MPE)
identificou 5.179 candidatos “fichas-sujas” às eleições de outubro, quando
serão disputados os cargos de vereador e de prefeito. O balanço parcial engloba
todos os estados e foi feito com base no sistema do MPE, que cruza informações dos tribunais de contas, conselhos
profissionais e do Judiciário para embasar as ações de impugnação dos
candidatos.
O
estado de São Paulo registrou 1.420
mil candidatos com irregularidades nos registros, seguido por Minas Gerais (640) e Paraná (476). Os dados levam em conta
os 488.276 registros de candidaturas recebidos pela Justiça Eleitoral.
Com
o registro, caberá aos juízes eleitorais julgar os pedidos de candidatura, que
poderão ser indeferidos caso os candidatos não cumpram os requisitos legais,
entre eles estar elegível pela Lei da
Ficha Limpa. Entre as causas de inelegibilidades, a norma impede que
pessoas condenadas por órgãos colegiados possam disputar eleições pelo prazo de
oito anos.

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